sexta-feira, 13 de março de 2009



“A verdade é que nunca gostei muito de ti.”
A diferença é que eu tenho defeitos a apontar-te que dão para um texto com mais de 10 linhas.
Tens múltiplas personalidades assumidas, não tens uma “segunda” mas não deve faltar muito (a). Tens a mania que te dou vontade de mijar e que te tens de enfiar dentro da casa de banho quando eu te ligo. Tens a mania que as pessoas têm de perder medos e irrita isso, tu sabes! (deixa-me ter medo do meu bulor à vontade!). Gozas-me por achar FOFO coisas mesmo paneleiras. És frontal e assustas as pessoas. Tens ataques especiais fora do comum. Fazes a cara mais feia que eu já vi até hoje e não me deixas ver o Madagáscar. Demoras pa’ caralho a ficar alegre o q me irrita, porque já estou quase de ressaca quando ficas cega xD És uma chata que me pressiona para actualizar este blog, não pode ser assim, não se pressiona um artista. ÉS AMILDOAÇADA POR CAMIONETAS e mentaliza-te, tudo pode acontecer dentro ou no processo de apanhar a camioneta. Entreténs-te com actividades estranhas durante as pausas entre o estudo e apagas os jogos do computador quando estás viciada. E Não sabes tirar uma lata de uma máquina de bebidas sem gastar o dobro do dinheiro.
“É verdade… nunca gostei muito de ti.”


C.I.

2 comentários:

Maria Inês disse...

- Lau, não tens nada a dizer-me?
- Estou toda cegaaaaaa
- E o que vais fazer a seguir?
- I am GONNA DAAAAAAANCE
- Está bem.

xDD

Maria Inês disse...

Para ser grande, sê inteiro: nada
Teu exagera ou exclui.
Sê todo em cada coisa. Põe quanto és
No mínimo que fazes.
Assim em cada lago a lua toda
Brilha, porque alta vive

Ricardo Reis

(como se não soubesses, Ana Isabel)

Eu sei que não gostas de Ricardo Reis mas este poema diz-me qualquer coisa por isso levas com ele.

E já morro de saudades dos teus peancos.

P.S. nem o priberam sabe o que são peancos